Thursday, September 28, 2006

primeira inspiração.


minha primeira digna inspiração na vida.

Wednesday, September 27, 2006

as meninas que nunca foram boas no balé.



nunca fui boa no balé. só de pensar em tirar meu All´Star de botas com tiras até a canela me dava nos nervos. eu devia ter uns cinco anos - idade que a maioria das meninas adora vestir rosa e passar purpurina no cabelo - mas eu não gostava. o colã me incomodava, a sapatilha apertava, a meia calça coçava e a saia rosa de tule me dava agonia profunda. chegava em casa e ia direto pra geladeira cair de boca nos negrinhos - brigadeiros pra quem não sabe - isso quando não era nas bergamotas - eu preferia. pegava aquela friagem vinda do gelo e levava bronca, adorava a idéia de ficar gripada e não ir pro balé. e reparem que eu conto primeiro a parte da história em que eu chegava em casa, só pra continuar fugindo das aulas de balé. mas tudo bem, eu conto um pouquinho...
depois de colocar aquela roupa toda, eu ia pro tal alongamento - e nessa hora eu sempre lembrava da aula de ginástica muito mais divertida, onde a gente aprendia cambalhotas. mas com o corpo devidamente alongado, iamos nós todas em direção a ponta dos pés, ao pliê e sei lá o que mais. todo mundo igual, desenhando no céu uma música chata. disciplina imposta. andar na linha. não riscar fora do quadrado. dá pra entender a birra né?
quando as aulas terminavam, a professora inventava uma disputa besta - e nada didática - pras alunas chegarem rápido à sala. meu terror atendia pela seguinte frase: " a última a chegar na sala arrumada será a mulher do padre". adivinhem quem passou a infância inteira sendo a mulher do padre? - aliás, este que nem podia casar. pois é...
nunca gostei do balé, e ele me traumatizou em todo o ramo artístico que consistia em apresentação diante de público. sim, não me perguntem o que aconteceu no meio do caminho, que fez com que eu me enveredasse pro teatro. mas é sinal de que todo trauma pode ser desfeito. ainda bem!!!
nas aulas de dança da faculdade eu descobri que não era o rosa, nem a saia, nem a purpurina o problema, muito menos a apresentação em público, o problema era o balé mesmo. porque o balé era quadrado, sempre igual, cheio de regras, e pouco ávido a modificações criativas. isso para uma míni anarquista era o caos. o balé não dialogava comigo. com minha liberdade. com minha alma confusa. o balé exigia de mim exatidão, precisão, certeza, e prisão às regras e disciplinas.
quando comecei a fazer dança na faculdade, eu descobri o meu jeito de dançar. talvez meio tosco, meio descordenado, mas muito meu. um jeito particular. isso virou até meu artigo de discussão da matéria. e rendeu. a verdade é que o balé desde cedo me ensinou - por despertar de instinto - que eu jamais seria uma técnica, e sim uma artista - e veja, não estou desmerecendo o balé, mas só acho que não é arte pra mim.
eu descobri um corpo que dança a particularidade, uma dança que ao contrário de uniformizar busca as diferenças, eu descobri corpos autorais, que dançam não só uma indicação, uma coreografia, uma técnica, mas principalmente a sí próprios. então meninas que nunca foram boas no balé, rebelem-se, soltem suas saias rosas, atirem as sapatilhas, e façam suas danças, inventem as suas partituras, e acima de tudo, sejam .
às vezes a vida tenta ser um balé, com essa história de imagem imposta pela mídia, roupa da moda e dieta!!! ás vezes a vida exige da gente o mesmo comportamento que a menina que fecha as pernas e fala francês fluente. às vezes a vida exige que a gente cabule nossos instintos, camufle nossas verdades e se esconda por trás de números, máscaras e cerimônias sociais. mas quer saber? desde os cinco anos eu tô fora desse balé. olhei pra minha mãe e disse: " eu gosto é de jogar bola e brincar na rua, eu quero é escrever histórias, eu gosto é de comer negrinho e usar All´Star, tira a purpurina da minha franja?".

Marina Monteiro.

quase sempre.


nunca sei se eu sou mais atriz ou escritora. ainda me divido entre a minha paixão pela fotografia, meu isntinto pelo estilismo e minha atração pelo cinema (digo por trás das câmeras, porque na frente delas eu já fiz, faço e farei). vontade de criar e criar cada vez mais. às vezes me pergunto se não seria melhor ter uma só vontade, uma só habilidade, um só jeito. talvez a vida ficasse chata, mas talvez também eu me livrasse enfim desta ânsia enlouquecida de fazer tudo. acabo não fazendo muita coisa. talvez se eu pudesse ter umas mil vidas, ou uns mil anos desta mesma. mas não dá. o que tento fazer com tudo isso é viver um pouquinho de cada coisa e me aventurar. a máquina bacana pra bater fotos legais eu já comprei. escrever eu escrevo, aqui, ali e assim vai. estilista eu vou sendo, criando e recosntruindo minhas roupas e tendo lá o meu estilo. o cinema, bom eu tenho uma câmera, e posso pegá-la na mão e sair filmando algo por aí - só pra testar.
hoje no carro, num momento de ataque de tendinite aguda eu liguei o rádio, e veja que alegria: tocava a música bacana que eu gosto. adoro quando uma música vem pra sublinhar o momento ou então colorir a ação. essa veio trazendo alegria e menos tensão. levou o tédio, mesmo que por uns segundos. me fez ter simples motivo, para sorrir. e eu sorrí. depois voltei a sentir dor no ombro direito - maldita aula de bonecos que me fez ter essa naba no braço. mas segui em direção à rua, e dirigindo o meu carro cantarolei a música, feliz então.
comi e vim escrever de novo. isso me salva um pouco do mundo e de mim mesma. assim eu sinto um sopro leve de respiração de novo, e quase posso ver o céu. escrevo enfim. mas nem sempre as palavras me explicam, e acho mesmo que não servem pra isso. quase sempre elas me aliviam a alma e o corpo, por sua vez.
sacolas de supermercados pra carregar palavras bem ditas. e assim, de alguma forma, conseguir guardar o que se ouve também. faço um certo esforço, mas o som me foge ou se distorce um pouco, nunca sei se o que eu lembro ter ouvido, é o que eu ouvi ou o que eu queria ter ouvido. me pergunto mesmo se o que me lembro não é a sensação em estado bruto, do que eu ouvi, ao invéz das palavras. mas nunca chego a uma conclusão. e isso quase sempre nem me preocupa.
quase sempre.

corta!!!



estou em fase de cinema. tenho sentido imensa vontade de fazer um filme. e tenho até visto algumas cenas da vida como um. sabe aqueles momentos que parecem perfeitamente pronto para uma história? então, minha vida é cheia deles. cheia. sempre tem um cenário bacana, com luzes bizarras, gente estranha em volta e os amigos esquisitos dialogando em língua que ninguém entende. daí eu sempre me sinto num filme, nesses meio absurdos, nesses pra não serem entendidos - graças a deus!!!
nesss momentos eu me perco um pouco do roteiro, porque nunca sei se estou sendo eu mesma ou se já abracei um personagem, e o estou fazendo com todas as minhas forças. engraçado é que sempre vou embora pra casa o carro - quando sozinha - interpretando o personagem. o mais bizarro é isso. acho que eu durmo com ele, sendo ele. quando eu ão vou sozinha, normalmente estou em compania de quem entra no jogo comigo, senão entra, se encaixa perfeitamente. e saímos dialogando sobre coisas e pessoas que nos convém.
vontade de fazer um filme agora. porque eu sou movida a imagens. não sei porque nã fiz cinema. agora já tenho preguiça de uma faculdade nova, e também porque o que eu mais gosto é de atuar e de assistir - se bem que a direção de arte me cairia bem. mas cest la vie!!!
ah se eu fosse escrever um livro da minha vida, não daria certo. porque tem momentos nelas em que nada se diz, e também onde uma simples narração seria pouco. minha vida é feita de imagens bizarras. muito bizarras. ontem merecia uma filmagem. assim. até o fim. desde o cuspe de cerveja até a crise no msn. histeria pura. talvez eu possa fazer um filme sobre isso. sobre crises. msn. cuspe de cerveja na cara. uma personagem assim, meio tosca que nem eu e seus amigos esquisitos super bacanas. mais divertidos que os meus não tem ninguém.
mas o título eu não sei qual seria. acho que seria um título muto, muito, mas muito grande. e que as pessoas não entenderia. aliás, fora os meus amigos - que seriam atores também - ninguém entenderia muito bem o filme. acho que a Clarice entenderia, ela entenderá. demais, eu não arrisco ninguém. vai saber!!! (Marina Monteiro)

"Ou toca ou não toca" Clarice Lispector!!!!

Friday, September 22, 2006

saudades


Hoje eu sou só saudade. Talvez tocada pelo último capítulo destas minisséries meio toscas da Globo, mas enfim. O fato é que sou só saudade. Saudade de tempos que não voltam, saudade de mim. Saudades de cenas vividas, viagens, olhares. Saudade dos lugares bacanas que eu conheço, mas não estão perto. Saudades do Rio e de Porto. Saudades da Ana, do Meco, do Sando, dos que estão longe, dos que estão perto. Saudades dos grupos de teatro que já tive. Dos amigos que fiz neles, mas infelizmente já não vejo, não abraço... Saudades do Francisco lindo. Saudades do meu tio e seus beliscões chatos, até do mau humor da minha tia e da minha mãe/tia avó me mandando escovar os dentes. Mas que saudades da minha avó, querida e louca, que fala francês e tem uma história cheia de lembranças que não combinam com as avós que fazem bolos - e como eu adoro essa avó diferente. Saudades de comer cachorro quente com a Keli e a Renata e rir muito da cara delas. hahahaha. Saudades de quando eu saia todo final de semana com a Amélia. E de quando eu e a Samantha tinhamos um caminho em comum. Saudades do nosso grupo de pesquisa sobre espaço cênico. Saudades dos sonhos. Saudades da Ló. E de filosofar com o André. Saudades do meu irmão pequeno. Da minha mãe nova. Saudades da minha boneca riscada. Da Brunica pequena dizendo que eu era a prima mais amada dela. Saudades de pegar na mão da Ana. De sessão de cinema com fandangos e filmes do Meco. Dos cafés terapêuticos. Saudades das pedras que apareciam na minha bolsa, dos apelidinhos, e do jeito que só com aquele bichinho eu consigo ser. Saudades da nossa poesia. Da praticidade da Aninha. Saudades de quando eu e a Grazy (do Eder) éramos absurdamente ligadas - ainda somos, mas mais metafisicamente agora. Saudades do primeiro dia de aula no Ceart. Da minha turma. Dos meus amigos de corredor. Saudades do (in)solitude. Da música do Maringá. Da Manô. Saudades de fazer o 'a' - já. Saudades de tomar café quente e preto. Saudades do quarteto. Saudades de jogar futebol. Do mar. Da Redenção. Saudades de palavras ditas. Das ouvidas também. Saudades de estudar com o boi. Saudades dos pensamentos de Carolina. Saudades da Grazi (a meyer) que não está aqui nesta sexta feira. Saudades do meu porre de vodka. Saudades de mim menina descalça, correndo e sendo. Saudades da Sofia linda. Saudades da Duda. Das fofocas da Elisa pelo msn. Saudades da raça. Saudades das estréias. Da primeira estréia da minha vida. Saudades da viagem pro Rio. De ver a Marisa cantar. Da viagem pro festiva de Curitiba. Saudades de soltar meu venenosíssimo humor negro com o Vicente e a Renata nos ensaios do Epílogo. Saudades da minha bisa amada, D. Marina, que Deus a tenha. Saudades de Deus. Saudades de passar no vestibular. Saudades de quando a minha mãe era mais inspirada na cozinha. Saudades de chamar o boi de kenga. Saudades de brincar de comandos em ação com meu irmão. Saudades de ter as eperanças intactas pelas frustrações. Saudades da inocência. Saudades enfim...

3 m3 r ço n diz:
sou
eu
lembra de mim?
εïз - boi diz:
olhó
3 m3 r ço n diz:
estudavamos teatrinho
εïз - boi diz:
haha
εïз - boi diz:
sim
3 m3 r ço n diz:
lembra?
εïз - boi diz:
vagamente
εïз - boi diz:
um menino de topete né?
3 m3 r ço n diz:
e teus peitos com vao?
εïз - boi diz:
grandes

Amo isso tudo. :*********

Tuesday, September 19, 2006

fardo de mulher

relacionamentos são sempre fantasmas no meus ser. não, não digo com quaisquer pessoas, ou quaisquer relacionamentos, digo relacionamentos (no meu caso heterossexual por enquanto) entre homem e mulher. eu sou péssima nessa brincadeira, desconheço as regras. os caminhos. as dicas. qualquer coisa. não sei ser a pretendente perfeita, não sei ser namorada de jeito nenhum, não sou carinhosa de babar, não sou submissa, não sinto saudade no dia seguinte - sim porque isso parece regra entre amantes - não sou dada a apelidos babaquinhas, não gosto desse sentido meio retardado que é dado à coisa. sei lá. eusou meio homem na relação (talvez fosse melhor eu virar lésbica). eu comando. e decido. eu indico as regras. e dito as leis. eu não ligo no dia seguinte. eu não retorno às mensagens. eu não digo que amo. eu não deixo claro o que quero. eu não quero nada sério. eu não sou romântica. eu não quero sair. eu não quero ver todo dia. eu não reparo em detalhes. eu não quero ficar de agarração o tempo todo. eu não sei ser elogiada e pajeada o tempo todo. eu gosto de sair sozinha encontrar os amigos e beber aquela cervejinha. eu não tenho os jogos de futebol, mas tenho os cafés de fins de tarde. sou eu quem deixa eles confusos. quem dá nó na cabeça. quem não deixa claro se vai ou fica. sou eu quem vai embora sem deixar bilhete. sou quem beija e não se comove. sou eu quemnão se apaixona.
entende? acho que tenho alma de homem cafajeste. embora eu não goste de homem cafajeste. ou sim?! tenho um amigo que tudo quanto é pretê que me aperece, ele olha e diz: "má isso não é homem pra você"! bom, no ponto de vista dele nenhum é. mas porquê? oras, segundo ele, eu sou independente demais, os caras olham pra mim e pensam: "essa aí tá bem resolvida, não precisa de ninguém...".
alrme!!! quer dizer que os homens têm síndrome de psicólogos? e na verdade eles gostam de mulheres problemas, destas que precisam deles até pra escolher a cor da calcinha? ah então eles gostam de ser úteis, ou pelo menos se sentir, gostam de ser necessários. é isso eu não so faço sentir. se eles procurarem em mim uma necessidade de ter alguém, aí não vão encontrar nada. porque eu estou muito bem comigo mesma, não me sinto só estando sozinha. aliás, me considero uma ótima companhia. hahaha.
será esse o meu problema? será que eu teria que ser daquelas mulheres que querem ter suas contas pagas pelos "machos" deplantão? dessas que precisam do aval do seu homem para dar um passo em frente? aiaiai...eu estou sendo tão errada será? é. acho que não dou muito pra isso chamado amor.
talvez o tipo de realção que eu busco não exista, talvez o cara que combine comigo muito menos. talvez não haja ninguém que entenda meu jeito independente e minha sede por liberdade. talvez ninguém suporte não ser necessário. talvez não encontre alguém que se conforme com o telefone que não toca. acho mesmo que não existe esse homem que achará minha ausência de ciúme um máximo, e muito menos o que se sentirá leve por não ser cobrado. acho que o homem que combinaria comigo não deve existir, porque ele teria que se dar muito bem com o fato, de que talvez eu sempre ame mais o meu trabalho. ele teria que se dar bem com o fato de ser meio corno, porque o maior amor da minha vida atende pelo nome de cena, palco, gravação, enfim...
que fardo. que fardo ser mulher assim, nesse mundo. talvez se eu gostasse menos de cerveja. se eu tivesse menos amigos. se eu gostasse de um cafuné na TPM. seu eu precisasse de alguém pra carregar as minhas sacolas. mas que fardo. muito pesado. porque além de tudo, eu gosto d eme vestir, de me maquiar, de ser cocotinha e ter um lado fútil, mas minhas paixões atendem por nomes excêntricos demais prara alguns: chico, tom, clarice, marisa, marieta, fernanda, moraes, neruda...
fardo difícil ser mulher assim. se há poucos homens no mercado para as mulheres que fizeram curso de tiro, e carregam suas metralhadoras a postos, imagina para as que não se interessam em atirar? mas que fardo pesado. enquanto as atiradoras reclamam pela ausência de qualquer um, nós andamos bem servidas, porém inconformadas, porque de certo o nosso par perfeito, seríamos nós mesmas, só que homens.

Wednesday, September 06, 2006

essa boneka tem manual


1. Marina, e n�o Maria muito menos Mariana.
2. Alguns apelidos meus s�o bem espec�ficos a algumas pessoas, ou seja n�o quero qualquer um me chamando de jeitos que n�o meu nome. ok?
3. N�o tente me prender.
4. N�o me sufoque.
5. N�o me ignore.
6. N�o deixe perceber que voc� est� me ensinando, assim, didaticamente falando. ok?
7. N�o me CUTUKE pelo amor de Deus. (e deus com letra mai�scula t�?).
8. N�o encha meu saco porque eu n�o tenho religi�o.
9. N�o me tire pra goza��o o tempo todo.
10. N�o grite comigo.
11. N�o deboche da minha roupa.
12. N�o sinta-se meu amigo no primeiro dia.
13. N�o se apaixone por mim t�o r�pido.
14. N�o me fa�a cobran�as.
15. N�o queira que eu acredite que eu sou bonita.
16. N�o me elogie o tempo todo.
17. N�o esque�a de me elogiar.
18. N�o fa�a eu me sentir muito cuidada ou protegida.
19. N�o pense que eu preciso de compania o tempo todo.
20. N�o diga que meus sonhos n�o valem � pena.
21. N�o sinta pena de mim.
22. N�o mostre muito seus desconhecimentos na minha frente.
23. N�o seja lerdo.
24. N�o me apresse ao comer.
25. N�o me apresse em nada do que eu fizer.
26. N�o me pressione.
27. N�o me agarre muito.
28. N�o me beije, me abrace e me mele o tempo todo.
29. N�o pe�a que eu escolha entre alguma outra coisa e meus pr�prios planos (geralmente as �nicas pessoas que t�m esse poder, n�o o utilizam, mas se o utilizassem seriam as unicas por quem eu tudo largaria).
30. N�o demonstre que n�o vive sem mim.
31. N�o fale muito comigo demanh�.
32. N�o fale nada comigo na tpm.
33. N�o desafie meu mau humor.
34. N�o queira disputar nada comigo (eu levo a s�rio).
35. N�o tente me convencer.
36. N�o castre minha liberdade.
37. N�o ria da minha independ�ncia.
38. N�o confunda minha op��o de ser livre com solid�o.
39. N�o fa�a nada contra meus amigos, minha m�e ou meu irm�o.
40. N�o humilhe ningu�m na minha frente.
41. N�o me inveje (voc� pode at� morrer).
42. N�o minta e n�o seja falso.
43. N�o me bata.
44. N�o me leve t�o a s�rio.
45. N�o deixe de me levar a s�rio.
46. N�o tente me entender a primeira vista.
47. N�o me rotule (voc� vai perder seu tempo, posto que no dia seguinte voc� ter� que arrumar um r�tulo diferente).
48. N�o tente me enquadrar em algum estilo.
49. N�o obstrua meu caminho.
50. N�o desconfie de mim.
51. N�o ria do meu nescau.
52. N�o pense que faz parte da minha vida sem fazer.
53. N�o pense que sou f�til, mas n�o pense que tamb�m n�o sou.


e nem acabou...

Friday, September 01, 2006

desperdício.


desperdício de tempo.

desperdício de dinheiro.

desperdício imagem.