Sunday, July 16, 2006


Eu e as meninas na gravação do "off" do espetáculo "a". Tenho reaprendido a fazer teatro e ser atriz, a partir deste trabalho. Tenho descobetro outros e novos caminhos.
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A menina que por hora resolvera fechar o livro pensou: "eu sou mesmo uma menina, ou será que eu sou pedra, flor, nuvem ou avião?".
Dentro de um dilema como este, o sono não se sentia à vontade. A menina que não se sabia menina, não era. Problema grave? Não sei, ninguém sabe, só quem não se sabe o que é, pode nos dizer se isso é grave ou não.
Para a menina, naquele momento, isso era gravíssimo. Como ela podia não se saber menina? Como? Jamais poderia trocar estes dilemas com sua mãe, orque esta, certamente, acharia que a filha merecia um remédio ou tratamento psiquiátrico, mas ela não estava louca. Isso não!
Toda menina, todo menino, toda gente deve ter um momento em que não se sabe, tem quem passe a vida toda não se sabendo. Cruel. Ou não.
Pode ser uma dádiva não s esaber e então achar que pode ser qualquer coisa: uma pedra, uma flor, uma nuvem ou um avião.
Eu geralmente não me sei. Nem quero. E isso basta pra que eu seja eu mesma, acima de tudo.

Asta la vista baby!!!

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