Monday, June 20, 2011

Cartas ao louva deus

Pra quem quiser continuar me lendo segue esse link aqui ó: cartas ao louva deus

beijos!!!

Friday, March 25, 2011

Delicadeza II

É necessária certa dose de delicadeza para seguir com a vida!

Tuesday, February 22, 2011

Boa receita

É simples como um insight. Como uma onda de criatividade que faz o papel sair da palidez.

É simples uma boa receita de vida feliz :

Una-se e compartilhe com boas pessoas. 


Quais são as boas pessoas?

Aquelas as quais semeiam as boas energias da vida.

Parece fácil? Não, é apenas simples, fácil jamais!

Monday, December 27, 2010

beco

Às vezes estamos entre dois becos. Presos. Encurralados. Perdidos? Não, nem sempre estamos perdidos. O amarramento ao beco é que é nossa perdição. É injusto e desumano que alguém que tanto nos ama, nos destine a um beco escuro e frio. Enquanto a vida corre lá fora, linda do jeito que a gente sabe reconhecer. Tem gente implorando pra ir parar num beco, mas não é o meu caso. Eu nascí pro dia lindo de sol. Pra pular a janela que nem criança. Pra poça d´água. Pro barulho gostoso. Pro pé descalço. Pra grama molhada. Eu nascí pro amor. Do jeito que ele vier. Pra quem ele vier. Mas não entenderam isso direito. Não deram ouvidos. Não me levaram a sério. O amor veio e eu não posso viver a minha plenitude. Porquê? Eu estou no beco. Repetindo movimentos. Querendo sair e beber a vida. Mas me prenderam aqui.

Saturday, December 25, 2010

no amor

No amor, as regras não estão no plano. E na verdade, quanto mais liberdade se deixa correr por suas vielas, mais sublime ele se torna.

Que o mundo um dia possa descobrir o amor, em escalas de uma grande guerra. Que seus efeitos sejam tão grandes quanto os da bomba atômica. E que a breguice seja o tom de certas manifestações.

É o que eu desejo, eu mesma, a escritora deste blog, aqui sem pseudônimos, personagens e véus, de cara limpa, palavra em punho, cada dia mais chocada com o mundo, mas também maravilhada com os poucos que ainda sobrevivem de alma aberta nesta difícil jornada de viver - mas maravilhosa!

Tuesday, December 14, 2010

Antônio VI

Esse fora um ano estranho para Antônio. Reencontrou o amor, ou de certo encontrou-o pela primeira vez, mas junto veio uma avalanche de mudanças, as quais ele teve que se adaptar. 
Família ganhou novas nuances. Alguns traços leves, outros pesados. Algo havia se partido, algo que Antônio não esperava. Ganhou desejos de ter sua própria gente, e fez muitos planos. Foi pego de surpresa. Levou rasteiras do destino. Comeu, bebeu, trabalhou. Amou. A foto velha, amarelada, ele já não sabia mais nem por onde andava. Qual era mesmo a gaveta em que havia colocado?
Aquilo lhe trazia leveza, ao mesmo tempo que fazia pensar na efemeridade da vida. Seu grande amor, diante da realidade, havia virado pó. Não movia mais água do mar. Não fazia mais cócegas. Virou uma singela imagem perdida. 
Antônio brindou aquela ausência. Brindou até as rasteiras daquele ano incomum. Sentia estar de mãos dadas com sua liberdade. Sentia o ar entrar pelos pulmões. Parou pra si mesmo e olhou bem fundo. Até aos problemas Antônio brindou. Estava vivo. Inteiro. Na dor e na alegria. Em mais um fim de ano.
Desta vez, a foto era nova, e guardava a cabeceira de sua cama. Sentia saudades diariamente. Buscava estar cada vez mais próximo.

Monday, November 29, 2010

olhar

Não havia forma de estar de fora. Ela precisava encarar-se pelo próprio olhar. E isso era um exercício de alta perícia!